Em "À Prova de Morte", Tarantino conseguiu fazer um filme fiel ao próprio universo, com todos seus ingredientes: humor negro, sadismo, dancinhas, violência, e muitos diálogos inteligentes. O pretexto foi homenagear os filmes b dos anos 70, que utilizavam de erotismo e violência trash para atrair público. Muitos dos diálogos e cenas do filme parecem servir a um objetivo: fazer um grande final. E assim, mesmo que você não tenha se empolgado muito durante os ótimos diálogos, como: "Ei, Warren, quem é esse cara?", "É o dublê Mike", "E quem diabos é o dublê Mike?", "Ele é dublê", ficará alucinado com a cena de perseguição final. Isso se você não tiver nada contra o humor de Tarantino, claro!
À Prova de Morte (Death Proof), de Quentin Tarantino, 2007.
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
À Prova de Morte
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