Peço desculpas aos fãs de François Ozon, mas "Angel" não é bom. Por mais que se diga que o diretor faz uma homenagem aos melodramas de antigamente, não posso deixar de apontar que este filme é piegas até não poder mais. Mortes dramáticas, beijo na chuva, ascensões e quedas sociais... Sério candidato a passar na Sessão da Tarde daqui a uns anos, esse será o momento em que o cinema cult francês (falado em inglês) chegará às casas da população brasileira.
Angel (Angel), de François Ozon, 2007.
sábado, 27 de outubro de 2007
Angel
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